Cada governo com sua obra-modelo

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obra-modelo obra modelo Cada governo com sua obra-modelo obra modeloEsse termo Obra Modelo surgiu para definir que foram direcionados recursos, tecnologias e qualidade em sua construção além de vincular ao gestor que a construiu.

Se não me falhe a memória o precursor das “obras modelo” foi o ex-prefeito Ildon Marques/DEM, em seu primeiro mandato, que construiu a Escola-Modelo – MADELENA DE CANOSSA – cujo objetivo seria dar o bom exemplo para as seguintes construções em toda a cidade.

Na verdade essas obras modelos servem para direcionar o foco das más administrações, pois o que adianta um colégio, um hospital, uma praça, um posto de saúde modelo se é apenas um, num universo de necessidades em toda cidade. Os políticos incompetentes transformam uma única obra como se fosse a redenção dos males da área atendida, passando assim, todo o mandato se referindo a essa maravilha da gestão.

Em outros governos também tiveram suas obras modelos que caracteriza sua gestão, basta lembrarmos-nos da Praça de Fátima e o colégio Eliza Nunes construída na gestão Jomar Fernandes/PT.

Deveremos ver surgir nessa gestão tucana de Madeira/PSDB também uma obra modelo que dará o tom do “sucesso” de sua passagem e/ou permanência à frente da gestão, caso saia do papel, a revitalização do centro comercial (Avenidas Getúlio Vargas e Dorgival Pinheiro – o perímetro e o valor da obra eu ainda não sei), só se sabe que o perímetro comercial será “um dos mais bonitos”.

Tenho “cutucado” alguns eleitores do prefeito fazendo uma crítica ao investimento que será empregado nas ruas – mesmo com asfalto de péssima qualidade e calçadas sem padronização, a nosso ver essa não deveria ser a prioridade sabendo que temos bairros e ruas sem acesso, iluminação, escolas, saneamento básico – mesmo assim eles apóiam o investimento prometido.

A uma enquete no ar no site www.transparenciaimperatriz.blogspot.com continuará recebendo os votos do que dentre as necessidades qual é a de maior prioridade, infelizmente, os trabalhadores da periferia não tem acesso à internet – já não tem acesso a tantas coisas como uma ponte ou uma rua que lhe dê acesso a chegar ao trabalho – para opinar. O espaço é democrático, mas não na democracia deles, pois se fôssemos identificar quem estão votando o resultado seria inversamente proporcional aos contribuintes que pagaram IPTU depois da campanha terrorista da administração.

Sou apenas um trabalhador assalariado, casado com a companheira Irisnete Geleno, pai de quatro filhas(Ariany, Thamyres, Lailla e Rayara), morador da periferia (Boca da Mata-Imperatriz), militante partidário (PSTU) que assumiu algumas tarefas eleitorais como candidato (2006, 2008, 2010 e 2012) e que luta por uma sociedade COMUNISTA. Sempre fui e continuarei sendo a mesma pessoa de caráter que meus pais, minha escola, meus amigos ajudam a forjar. Um comunista escravo do modo de produção capitalista que não aceita a conciliação de classe defendida por muitos que se dizem de "esquerda", mas que na verdade são pequeno-burgueses que esperam sua chance no capitalismo.

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