Deu a louca na República

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deu-a-louca-na-republica deu a louca na república Deu a louca na República deu a louca na republicaO Brasil e a república brasileira vivencia hoje uma das mais críticas crises. Partindo de um enfrentamento aberto entre os poderes (Judiciário, Executivo e Legislativo), onde cada uma dessas tenta a todo custo se blindar dos efeitos catastróficos das relações mútuas de ações para aumentar seus privilégios. Quem não percebe que deu a louca na república?

No alto da pirâmide social, identificada por superestrutura de poder político e econômico é que acontecem as disputas mais sórdidas do modelo republicano brasileiro e a relação promiscua entre essas esferas tornam cada vez mais difíceis de serem mantidas.

Àqueles que para alcançarem os mais altos postos – e consequentemente os privilégios – do judiciário são diretamente dependentes da estrutura do Executivo e Legislativo e, os que estão no poder nessas outras duas esferas, que por sua vez, necessitam do respaldo de seus pareceres “legais” para se manter no poder, frente aos recorrentes casos de corrupção e crimes cometidos.

Entre esses dois grandes blocos: Executivo e Legislativo – que dependem do judiciário – é onde acontece os principais embates na disputa de poder, e nesse vale tudo só não vale uma coisa: dizer que as armas usadas por ambos é sempre a corrupção e o crime, antes identificado como de colarinho branco, hoje batizaram de outros nomes como mensalão (petista, do DEM e tucanos), “pedaladas”, etc.

Quando as regras do jogo (corrupção e crime) aceitas pelas esferas de poder são usadas para atacar ou derrubar quem está, momentaneamente, no poder é ai que vem a “louca na republica”. Quando se perde as regras para se continuar a luta pelo poder, e ambos atacam uns aos outros revelando as práticas comuns do jogo. Leva-se um tempo para conseguir novas referências.

Corruptos e corruptores ao revelarem como conseguiram manter a falsa harmonia dos poderes fazem com que toda uma estrutura montada e que vinha sendo dada continuidade, onde a disputa – eleições – é apenas para definir quem passará a ser o gerente, tende a um resultado, até aqui sem qualquer perspectiva de qual será.

Sou apenas um trabalhador assalariado, casado com a companheira Irisnete Geleno, pai de quatro filhas(Ariany, Thamyres, Lailla e Rayara), morador da periferia (Boca da Mata-Imperatriz), militante partidário (PSTU) que assumiu algumas tarefas eleitorais como candidato (2006, 2008, 2010 e 2012) e que luta por uma sociedade COMUNISTA. Sempre fui e continuarei sendo a mesma pessoa de caráter que meus pais, minha escola, meus amigos ajudam a forjar. Um comunista escravo do modo de produção capitalista que não aceita a conciliação de classe defendida por muitos que se dizem de "esquerda", mas que na verdade são pequeno-burgueses que esperam sua chance no capitalismo.

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